
Palestras
Uma Questão de Amor
É sobre sentimentos subjetivos da vida, é a capacidade de amar incondicionalmente perante o outro. É sobre se impor, respeitar espaços
Para Além do Setembro Amarelo
É tempo de abordar delicadamente a depressão e o suicídio. A ansiedade já ocupa os pilares do mau do século
Equilíbrio
É na vida cotidiana que níveis de stress pode levar a patologias graves. Sintomas como a diminuição do rendimento na escola ou no trabalho, irritabilidade, indecisão, insônia, sono agitado, falhas de concentração e memória, entre outras coisas, são pequenas alertas para a busca por profissionais.
Contação de Histórias
Com palestras e livros publicados, Maria Nena também domina arte da contação de histórias.
"Uma das práticas mais remotas que se tem registro da humanidade. O ser humano conta histórias desde o início do desenvolvimento das habilidades de comunicação e da fala. Elas promoviam, e promovem, momentos de união, confraternização, trocas de experiências, além de ajudar a passar o tempo e vencer o tédio.
As histórias despertam a imaginação, as emoções, o interesse, as expectativas… ouvir uma história e/ou contá-la e recontá-la é uma maneira de preservar as culturas, os valores e compartilhar o conhecimento.
O primeiro contato da criança com o texto, geralmente, é por meio das histórias apresentadas, oralmente, por pais e familiares. Elas podem ser contadas em diversas ocasiões, como, por exemplo, ao acordar, durante uma tarde chuvosa, antes de dormir, preparando para um sono tranquilo e restaurador… Essa prática é extremamente importante, é o início do processo de aprendizagem.
Ouvir histórias desenvolve o pensamento crítico e oferece para as crianças a possibilidade de conhecer um mundo encantador, mas, também, cheio de conflitos e dificuldades que precisam ser enfrentados. (...) O “contador” precisa ser habilidoso, é necessário “entrar” na história e levar junto todos os ouvintes. Diversos recursos, como, imagens, sons, instrumentos musicais, materiais alternativos, devem ser utilizados para que o momento seja ainda mais aprazível. (...)
No ato da “contação de história”, a criança se identifica com os personagens, com os heróis, as heroínas, o mocinho e a mocinha… essa identificação desperta várias emoções e faz com que os pequenos coloquem para fora seus sentimentos e vençam o medo, a angustia, a timidez… além disso, a “contação” aguça a curiosidade dos alunos e desperta o interesse em conhecer mais histórias. A tendência é que naturalmente, se tornem habilidosos leitores e o processo de ensino-aprendizagem será mais rápido e prazeroso." (Por Jean Moreira, consultor pedagógico no Sistema de Ensino Poliedro)
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